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Rafael Nadal e Thomaz Bellucci em Roland Garros

POA Press

15/12/2009

Experiências de brasileiros pelo mundo do tênis. Participe do Conte sua História!

Leia as primeiras histórias, envie a sua e concorra a prêmios

O novo portal da CBT traz uma grande novidade para os amantes do esporte no Brasil. Se você tem um grande ídolo no tênis, viajou para os principais torneios do mundo ou tem alguma história interessante que envolva o esporte, envie seu depoimento para a gente. As histórias serão publicadas na seção "Conte Sua História", mais uma novidade desta nova Confederação, que tem o objetivo de estreitar ainda mais os laços entre a entidade e os amantes do esporte no país.


Para enviar sua história e participar, basta enviar um e-mail com nome completo, idade e endereço para o e-mail: contesuahistoria@cbtenis.com.br. Todas as histórias passarão por um processo de triagem antes da publicação, e concorrerão a kits dos patrocinadores da maior entidade do tênis brasileiro.

Não deixe de participar e dividir sua história com os fãs de tênis do Brasil!

Veja as histórias já enviadas abaixo:



Prof. David Carmona
Técnico Nacional - (CBT/SNGP)

Fui à Espanha em busca do segredo do sucesso do Tênis Espanhol. Em Madri, pude visitar o complexo "Ciudad de la Raqueta". Em seguida, viajei à Valência, participei da 16ª Conferência Mundial para Treinadores de Tênis - ITF. Escutar aos grandes nomes do tênis mundial acrescentou muito ao meu crescimento profissional. Pude assistir a jogos magníficos no "Valencia Open 500". Assisti jogos de vários espanhóis: Verdasco, Robredo, Feliciano Lopes, Almagro, Ferrer, Ferrero, mas não estava satisfeito, faltava assistir o jogo de um certo suíço. Continuei minha viagem, visitei centros de treinamentos de alto rendimento como a "Equelite" em Villena e a "Sanchez-Casal" em Barcelona, onde pude assistir treinamentos e conversei com treinadores dessas academias, foi mais uma grande experiência na minha vida. 

Comprei livros, cds, dvds, revistas na Espanha, viajei à Paris, fui à Roland Garros, pisei na quadra principal e caminhei por todo complexo tenístico, visitei o Tenniseum, museu onde estão preservados todos os feitos da história de Roland Garros, pude voltar ao passado e reviver os grandes momentos do brasileiro Gustavo Kuerten. À noite, fui assistir o BNP Paribas Masters 1000, onde pude novamente presenciar grandes jogos, agora de jogadores franceses como: Tsonga, Monfils, Simon. Mas faltava um suíço. 

Então, no 2º dia em que fui aos jogos, pude presenciar o confronto do francês Julien Benneteau que até o momento não ganhou nenhum título ATP e ocupa a 46ª posição no ranking mundial, contra o melhor jogador de todos os tempos, o suiço Roger Federer. Já era prevista uma surra de Federer. Mas o que poucos acreditavam se tornou realidade. Um francês ainda desconhecido, mas que jogava com garra, vibração e muito coração, venceu o "quase" imbatível número 1 do mundo, em emocionantes 3/6 7/6 6/4. 

Após o jogo, perguntaram a ele: 
- Quando achou que podia ganhar de Federer? 
E ele, com a mais humilde das respostas, disse: 
- Quando dei o último ace e o jogo acabou! 

Ele foi o grande herói do dia, Benneteau chorava e o público todo emocionado aplaudia em pé. 

O que aprendi com toda essa viagem? Que sempre devemos lutar para conquistar nossos objetivos, nunca saberemos se vamos conseguir ou não. Mas não podemos desistir, continuar acreditando na vitória é o que vale a pena, e se um dia conseguirmos conquistá-la, poderemos chorar de emoção, sorrir e aproveitar o momento. Ter a sensação de sermos heróis!! Olhar pra frente e continuar a jornada.

André Gonçalves
Ribeirão Preto (SP)


Em 2000, estava participando de um congresso da ITF que me ofereceu a oportunidade de assistir o torneio de Wimbledon.

Chegando lá, desesperado, fui visitando tudo o que podia. Iniciei pelo museu, que fica logo na entrada do portão principal, tirei várias fotos e logo me deparei com Maria Esther Bueno. Posei ao lado dela para uma foto e percebi o quanto ela é querida. 

Fui então conhecer o complexo, assisti a vários jogos com muito orgulho de ser brasileiro, pois o Guga era o número um do ranking. Depois, fui procurar o Guga e o Larri (Passos), para ver o que eles estavam fazendo. Pensei: com certeza estão treinando! Então fui ao practice area, o local onde você encontra os jogadores se aquecendo para os jogos, um lugar onde se percebe diferenças nitidas dos juvenis para os profissionais, e lá estavam Guga e Larri Passos. Fiquei no local por uns 50 minutos, e a rotina era a mesma: Guga iniciava um bate bola de fundo depois finalizava com uma paralela, em alta intensidade. Depois de uns 10 minutos, ficava ao lado do Larri ouvindo as informações e arrumando o tourna grip. Foi uma rotina que se repetiu várias e várias vezes. Como um ritual, Guga sempre arrumava o grip, tirando e enrolando, na tentativa de colocá-lo com perfeição, e Larri orientando com poucos gestos dando a entender que estava escondendo um segredo dos adversários. 

Até que eles terminaram o treino. O Prietto veio junto e, só pra sacanear, olhem o que ele fez com a minha foto e do meu amigo Elson Longo. 


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